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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

ACHO QUE TRATA-SE DE SAUDADE



Há dias em que carrego meu coração despedaçado em melodias tristes
E dúvidas a respeito da saudade atormentam-me, com a incerteza
De que se um dia sumirá ou se só aprenderemos a conviver com a dor.

A dor indolor que só a saudade sabe carregar
Deixa os arcabouços alheios desconcertados com a dor,
Solitário com seu sofrimento exclusivo não divisível.

Caminhante sem sentido nem direção perdido
Na escuridão dos seus próprios sentimentos
Amargo torna-se sem querer tornar-se.

Não se pode amar sem desamar,
Para descobrir que
Libertar a dor é libertador.

J. Mário Cavalcante 



OBS: QUERIA MUDAR A EXPERIÊNCIA DA LEITURA COM UMA NOVA ABORDAGEM ENTÃO ANTES DE LER, APERTE O PLAY E LEIA ENQUANTO OUVE A MUSICA E VAMOS DESCOBRIR JUNTOS O QUANTO A MUSICA PODE MODIFICAR NOSSO MODO DE LER.