Páginas

domingo, 8 de novembro de 2015

O QUE OS OLHOS NÃO VEEM, O CORAÇÃO NÃO SENTE



Eu acreditei fiz-me de maduro
Aceitei sem lutar, sofri silenciosamente
Convenci meu coração de que a dor era passageira,
Começo acreditar que essa passageira não tem pressa.

Meu coração sente tudo que sinto
Sente até o que meus olhos não veem.

Eu acreditei por falta de alternativas
Aceitei as condições que foram impostas
Convenci meu coração de que ele estava no comando,
Começo acreditar que o comandante abandonou o posto.

Meu coração sente tudo que sinto
Sente até o que meus olhos não veem.

J. Mário Cavalcante